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Princesa Isabel

Para sempre o nome de Caxambu estará ligado ao da Família Imperial. D. PEDRO, D. LEOPOLDINA, DUQUE DE SAXE, PRINCESA ISABEL E CONDE D’EU. Nomes de algumas fontes homenageando aqueles da Casa Imperial. Este vínculo afetuoso se deu a partir do ano de 1868 quando Caxambu teve a honra de receber visitantes tão ilustres.

Já sabedora dos benefícios das águas de Caxambu, em busca da cura de sua suposta infertilidade, provocada por uma anemia profunda, a Princesa Isabel acompanhada de seu esposo Conde D’Eu, do médico Dr. N. Feijó, do Conde e Condessa de Lages e do Conde Aljezur, partem em trem expresso, da Estação D. Pedro II, desembarcando na Estação da Boa Vista para percorrer a Serra da Mantiqueira em liteira. Aqui chegando, hospedaram-se no Palacete do Sr. Carlos Theodoro Bustamante, onde se localiza hoje o Edifício Pan-América, à Rua Conselheiro Mayrink.

Permanecem em Caxambu por um mês. Retornam à Corte no dia 17 de dezembro de 1868. Após este período de tratamento com água mineral da fonte que hoje leva o seu nome – rica em ferro – Sua Alteza Imperial engravida. Em gratidão, manda construir a Igreja Santa Isabel de Hungria, que até hoje mantém as características de quando de sua construção. É de conhecimento de todos que a Princesa teve três filhos: o primogênito D. Pedro do Grão Pará, D. Antônio e D. Luiz.

Durante as comemorações dos cem anos da Abolição da Escravatura estiveram em Caxambu Dom Luiz de Orleans e Bragança, bisneto da Princesa Isabel e Chefe da Casa Imperial do Brasil, acompanhado de seu irmão, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial. Diante da fonte em que sua bisavó se tratou, Dom Luiz expressou: “Estou no mundo graças às águas de Caxambu”.

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